Monstro no jardim
Escolhe o ritmo, escolhe o ritmo e eu escolho a arma. Escolhe o som, o baque, a queda, eu escolho a dor, a dor… o amor! Escolhe a cor, o tom claro, o tom escuro, os espetros das tonalidades cromáticas. Não importa, não interessa, eu levo o branco, o negro e os universos em colisão, os que se transmutam uns nos outros, não é assim que sou? Não é isso que me torna em mim? Um monstro perdido num jardim? Éden talvez? Ou Minos. Não interessa, deixa a parede incólume, um dia marro lá com os meus próprios cornos.