Na cabana
O vento rugia ferozmente entre as árvores do bosque.
No seu centro
existia uma cabana de madeira, tudo aqui era lenha… viva e morta… da sua
chaminé mais achas saíam em formato de fumo e dissipavam-se na fúria de
Eolos.
Ela repousava nua no seu colo, longos cabelos castanhos em
formato de canudos, olhos fechados e um sorriso nos lábios, ouvindo o
crepitar hipnótico da lareira que os aquecia, dois copos de vinho
esquecidos na mesa, e os momentos de paixão na memória.
— Queria que o mundo parasse! — sussurrou docemente!
Tic-tac, tic… Cronos suspendeu o tempo, e imortalizou o momento.

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