Assim s'acaba a estória
... no final da noite quando as trovas terminaram, e o ribombar dos trovões cessaram, nem luzes de candelabros nem clarões de relâmpagos, o bardo perguntou ao rei:
— Meu rei, e agora, que faremos nós?
Pensando um pouco, enquanto passava suavemente o dedo pelas beiças, ventas, ou seja lá o que raios era aquilo que o rei tinha entre o bigode e o queixo, o mesmo retorquiu:
— Agora, meu caro Bardo, podeis todos ir-de Bardamerda.

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