Entre Invisiveis e Assassinos

 

O guerreiro tombou naquela noite, as luzes da cidade apagaram-se, ela exalou o definitivo sopro de vida, tornando-se ele uma estrela sem cintilo.
Passou os anos seguintes em busca dos assassinos, imiscuiu-se no submundo, entre mendigos e meretrizes, tornou-se um invisível.
Caçou-os um a um, abateu-os, espalhou cadáveres nos esgotos e lixeiras do mundo sob o mundo.
Finalmente o ultimo dos conspurcadores jazia no chão, afogado no próprio sangue.
Limpou o rubro da adaga, colocou a derradeira rosa branca na boca dele, mas a sua amada continuava morta… uma lágrima brotou-lhe da memória: 
— Desculpa amor, não fui rápido o suficiente.  

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